Felicidade no Trabalho

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A frase “Faça o que gosta e não trabalhará”, atribuída ao filósofo chinês Confúcio (551 a.c – 479 a.c.) é uma verdade a ser revelada para quem considera a palavra trabalho como “um esforço feito pelo indivíduo com o objetivo de se atingir uma meta”. E ela foi e é, ainda hoje, para um grande número de pessoas, um agente de despertar de reflexão sobre a importância de se fazer o que gosta para sentir-se pleno. Para tanto, será necessário exercitar o autoconhecimento: só nos conhecendo de fato seremos capazes de cada vez mais realizarmos atividades que nos satisfaçam e nos preencham na nossa ânsia por plenitude.

Mas eis que estamos diante de um novo conceito para a palavra trabalho e já colocado em prática por muitos: hoje ela figura de modo subjetivo não mais como um “esforço”, mas sim como um conjunto de atividades que exercita nosso ser, que nos revela e imprime o que somos e por meio do qual atingimos a meta que…. almejamos! Ou seja: estamos cada mais conscientes de qual objetivo queremos atingir e isto muda tudo! Neste conceito – trabalho como realização e fonte de prazer – a frase de Confúcio atinge seu objetivo: torna-se óbvia. Eureca! (E com todo respeito ao grande filósofo: sua citação foi fundamental para chegarmos até aqui).

A boa constatação é que cada vez mais há pessoas conscientes deste outro conceito para a palavra trabalho e, consequentemente, trabalhando com o que gosta. E a melhor notícia ainda é que o próprio mercado vem estimulando esta nova forma de pensar, investindo e até apostando nisso como um fator imprescindível para um negócio ou serviço prosperar.

Para complementar esta reflexão, recomendo o filme APENAS UM SONHO (Revolutionary Road – título original) e disponibilizo abaixo o documentário FELICIDADE NO TRABALHO (RTBF Television Belge- Unité Documentaries):

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