A vida é um tabuleiro e nós jogamos por pura sorte, estratégia ou única saída!
Às vezes, erramos, outras acertamos, mas o que está em jogo afinal, senão a glória ou a ruína do jogador?
Porque se este burla as regras, traí, falta com caráter e pula etapas, ora… burla as regras, falta com caráter e pula etapas contra si mesmo.
E quem são estes que chamamos de “outros”? Nossos mestres. Alguns são iluminados e outros parecem mesmo ter saído do Inferno de Dante! Mas eles nada têm a ver com nossas jogatinas e tão pouco respondem por nossas perdas. Isto é pura loucura…
Cada qual está fazendo sua própria jogada e bem relaciona ou mal relaciona com as peças que chamamos de “outros”.
‘Bem relacionar’ é amar, respeitar e compreender que são mestres que nos ensinam pela dor ou pelo amor.
‘Mal relacionar’ é o que é de fato fazemos com coisas: usamos. Não confunda, esta regra é importante: os outros são humanos, como você; coisas são coisas.
Então, mestre aí que agora me olha aqui: quão difíceis estão estas jogadas, não?
Mas sigamos – preto no branco, branco no preto – a avançar as casas em direção à glória de termos sidos fiéis às regras do jogo, gravadas em nosso coração.
E… sinto muito a quem só jogou por pura sorte e sem regras.
Porque o tempo tá correndo e suas perdas são autodestrutivas.
A boa notícia é que você ainda está aqui: tá valendo!
Volte-se para o seu tabuleiro, comece agora tudo de novo.
É certo que já perdeu muito tempo, mas ainda não perdeu tudo: a VIDA!
